Foto | Rodolfo Buhrer/Volvo/Divulgação

<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contrato prevê envio de componentes entre 2026 e 2027 e amplia participação da fábrica de Curitiba na cadeia global de produção de caminhões e ônibus pesados</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://autospesados.com.br/wp-content/uploads/2026/10/caixa-de-cambio-I-Shift-montado-pela-Volvo-em-Curitiba-1024x683.jpg" alt="Volvo exportará 1.200 transmissões I-Shift do Brasil para a Índia" class="wp-image-14401"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto | Rodolfo Buhrer/Volvo/Divulgação &#8211; Volvo exportará câmbio I-Shift para a Índia</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong><a href="https://autospesados.com.br/category/caminhoes/volvo-caminhoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Volvo do Brasil </a></strong>exportará 1.200 transmissões automatizadas I-Shift para a fábrica de caminhões do Grupo Volvo em Pithampur, na Índia. O contrato prevê o envio das unidades entre 2026 e 2027 e reforça a participação da planta de Curitiba (PR) no sistema global de produção da fabricante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de caminhões e chassis de ônibus, a unidade brasileira produz componentes destinados a outras fábricas do grupo, como cabines, blocos de motor e transmissões. Desde a nacionalização da I-Shift, em 2011, mais de 250 mil caixas de câmbio foram produzidas na fábrica paranaense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A caixa I-Shift é um componente de altíssima tecnologia. Temos orgulho de fabricá-la no Brasil e agora exportá-la para fábricas da Volvo em outro continente”, afirma Cleison Barro, head de Powertrain Industrial, área global responsável pela manufatura de motores e transmissões do Grupo Volvo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Volvo investe R$ 2,5 bilhões no Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O novo contrato de exportação está inserido no ciclo de investimentos de R$ 2,5 bilhões que a Volvo executa em sua operação brasileira entre 2026 e 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fornecimento para a Índia também permite ampliar o aproveitamento da capacidade instalada na fábrica de Curitiba, contribuindo para os níveis de produtividade da operação nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transmissão I-Shift equipa caminhões e ônibus pesados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A I-Shift é a transmissão automatizada utilizada nos caminhões e ônibus pesados da Volvo. O sistema é integrado à eletrônica embarcada dos veículos e realiza as trocas de marcha automaticamente, considerando parâmetros como carga, velocidade, topografia e geolocalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Associada à tecnologia I-See, a transmissão utiliza informações sobre o percurso à frente para antecipar as trocas de marcha. O sistema busca adequar o funcionamento do conjunto mecânico às condições da estrada, contribuindo para o desempenho, a economia de combustível e a segurança operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Volvo fabrica a I-Shift em unidades industriais localizadas na Suécia, nos Estados Unidos e no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fábrica brasileira integra sistema global da Volvo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A integração da unidade brasileira ao sistema mundial de produção do Grupo Volvo começou nos anos 1990, quando a fábrica passou a montar caminhões e ônibus com base em plataformas globais de produtos. A partir dessa integração, a operação nacional também passou a fornecer componentes para outras unidades da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos anos, a planta de Curitiba exportou cabines de caminhões para a Suécia e a Austrália, além de blocos de motor para os Estados Unidos e a Europa, conforme a demanda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2026, a previsão é exportar mais de 4.100 blocos de motor para a matriz da <strong><a href="https://www.volvotrucks.com.br/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Volvo</a></strong>, na Suécia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia industrial Geoflex conecta as diferentes unidades produtivas do grupo para complementar a capacidade de fabricação conforme as necessidades de cada mercado. Segundo a empresa, a fábrica brasileira utiliza processos de Indústria 4.0 e sistemas de gestão da qualidade, além de adotar práticas de produção enxuta (lean manufacturing).</p>

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