Foto | Volkswagen/Divulgação

<p><strong>VW Constellation e Renault Master têm melhor desempenho na 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda, da Agência Auto Informe</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://autospesados.com.br/wp-content/uploads/2020/09/VW-Constellation-33-3-1024x683.jpg" alt="Constellation 33.460 6x4" class="wp-image-1976"/><figcaption>Foto | Volkswagen/Divulgação</figcaption></figure>



<p>Quando se compra um veículo, seja para trabalho ou uso pessoal, a revenda sempre é um fator que deve ser considerado. Afinal, o usado sempre entra como capital na troca. E quando se trata de veículos comerciais, a boa liquidez corresponde economia na hora de repor a frota. </p>



<p>Com índices positivos de 10,7% e 14,1%, após três anos de uso, o Volkswagen 30-330 Constellation 8&#215;2 e o Renault Master Furgão obtiveram as melhores avaliações, respectivamente, nas categorias Caminhões e Utilitários de Carga, na 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, da Agência AutoInforme, em parceria com Textofinal de Comunicação.</p>



<p>“Por conta das consequências nefastas da pandemia por Covid-19, falta de semicondutores, o setor de caminhões e utilitários não conseguiu desenvolver sua capacidade plena. De outra parte, a demanda está superaquecida. Com isso, os compradores recorreram aos seminovos, o que explica a valorização desses veículos, mesmo depois de três anos de uso”, explica Joel Leite, diretor da Agência AutoInforme.</p>



<p>Este ano, o evento de premiação ainda aconteceu no formato online, na sede da Braspress, em Guarulhos, uma das maiores transportadoras do País, com 106 filiais espalhadas pelo território nacional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://autospesados.com.br/wp-content/uploads/2021/05/renault_master_chassi_cabine.jpg" alt="Renault Master Chassi Cabine" class="wp-image-4652"/><figcaption>Foto | Renault/Divulgação</figcaption></figure>



<p>Outros sete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2021. Na categoria Utilitários, além do Renault Master Furgão (furgão de carga e campeão geral +14,1%), venceram o Fiat Fiorino (furgoneta de carga –6,2%), o Kia Bongo K2500 (camioneta de carga +13%) e o Mercedes-Benz Sprinter Van 415 (minibus +0,5%). No grupo Caminhões, o <strong><a href="https://www.vwco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Volkswagen </a></strong>Delivery Express (semileve +8,9%), o Volkswagen Delivery 10.160 (leve +6,3%), o Mercedes-Benz Accelo 1316 (médio -10,1%), o Scania R-440 A 6&#215;4 (pesado +5,4%) e o próprio Volkswagen 30-330 Constellation 8&#215;2 (caminhão semipesado e campeão geral +10,7%).</p>



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<p>Em sete edições do SMVR-VC, de 2015 a 2021, a Mercedes-Benz venceu em 22 categorias entre Utilitários e Caminhões. Em seis oportunidades, a marca alemã cravou o título de “Campeão Geral”. Na sequência, a Volkswagen faturou em sete categorias e dois com o título máximo, a Renault, em cinco categorias e dois com título de “Campeão Geral” e a Hyundai em quatro oportunidades e três melhores colocações em Utilitários. Fiat, Ford, Iveco, Kia Motors, Scania e Volvo também venceram nas categorias, mas não anotaram o maior valor de revenda na classificação geral de Utilitários ou de Caminhões.</p>



<p>Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há mais vinte anos, pela sétima vez que a AutoInforme faz a premiação do setor de utilitários de carga e caminhões, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos de caminhoneiros autônomos e frotistas.</p>



<p>Para formar o índice de depreciação ou, desta vez, de valorização, foram considerados os preços médios dos veículos zero quilômetro praticados em maio de 2018 e seus modelos correspondentes com três anos de uso, ou seja em maio de 2021, geralmente prazo médio de substituição para fins de renovação de frota.</p>



<p>Outro critério mantido foi subdividir os veículos em dois grupos, utilitários de carga – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A partir desse modelo, foram analisados 202 modelos, dos quais 180 de caminhões e 22 de utilitários. Desse total, este ano, 23 modelos obtiveram índices positivos e 179 índices de depreciação muito abaixo da média dos anos anteriores.</p>



<p>“A depreciação veicular depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, finaliza Leite.</p>

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