<p><strong>Caixa automatizada I-Shift, da Volvo, completa 20 anos de mercado e se consolida como referência em eficiência e praticidade</strong></p>


<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img class="wp-image-3490" src="https://autospesados.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Captura-de-Tela-2021-03-12-aÌs-17.56.42-1024x602.jpg" alt="Volvo I-Shift
" height="454" />
<figcaption>Foto | Volvo/Divulgação</figcaption>
</figure>


<p>Quem vive na boleia sabe como que um sistema de transmissão confiável é importante. E uma referência em caixas de câmbio é o I-Shift da Volvo, que acaba de completar 20 anos de mercado. A transmissão consolidou o conceito de caixas automatizadas, contribuíndo para uma direção mais segura e eficiente.</p>



<p>Lançada em 2001 na Suécia, não demorou para estrear nos modelos brasileiros, estreando na linha NH, já em 2003. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A I-Shift é um marco da indústria de caminhões, graças ao seu impacto positivo nas operações de transporte</p><cite>Pär Bergstrand, gerente de transmissões pesadas da <strong><a href="https://www.volvotrucks.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Volvo </a></strong>Trucks </cite></blockquote>



<p>O executivo se refere principalmente aos benefícios que o equipamento proporcionou: redução no consumo de combustível, um dos mais importantes itens na planilha de despesas do transportador; melhor desempenho do caminhão; diminuição dos custos de manutenção; maior conforto e menor esforço físico para o motorista e mais segurança na atividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conceito I-Shift</h2>



<p>Ao lançar a I-Shift, a Volvo Trucks ratificou a sua firme crença em um sistema de transmissão mais eficiente para trocas de marchas de forma automatizada. O sucesso se deveu também ao vanguardismo da Volvo, pois foi a primeira fabricante a adequar o sistema para transportes de longa-distância. Recebido inicialmente com certo ceticismo, o dispositivo rapidamente conquistou os motoristas pela sua modernidade, com a seleção de marchas de acordo com a carga e a necessidade de potência do veículo no momento exato, sempre buscando o melhor consumo possível.</p>



<p>“A I-Shift colaborou decisivamente para mudar a atitude dos motoristas. Era avançada e ao mesmo tempo simples de ser utilizada, contribuindo para uma condução mais correta”, lembra Jeseniel Valério, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. Inteligente, a transmissão otimiza as trocas de marcha durante todo o percurso do veículo, eliminando variações na condução com caixa manual provocadas pelo cansaço do motorista, que resultam em perdas de performance e maior consumo de combustível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança</h2>



<p>“Um dos principais predicados da caixa I-Shift é trabalhar em conjunto com o freio motor VEB em descidas. Ela realiza trocas de marchas precisas garantindo que o freio motor entregue sempre sua máxima potência de frenagem, aumentando as velocidades médias e garantindo total segurança em descidas de serra, por exemplo”, explica Valério, ressaltando ainda que a transmissão Volvo “garante maior durabilidade da embreagem e menor desgaste de pneus”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aceitação</h2>



<p>Assim como em outros mercados internacionais, no Brasil a aceitação foi espetacular. Nunca vista no setor de transporte comercial nacional, primeiro em sua versão importada da Suécia, a caixa representou 3% das vendas nos primeiros três anos, mas depois decolou: 8% em 2007; 16% em 2008; 40% em 2009; 56% em 2010; 74% em 2012; até chegar aos atuais 100%. “Desde 2019, todos os caminhões FH, FM e FMX produzidos pela Volvo no Brasil saem com I-Shift”, assegura o gerente. Atualmente, a transmissão também equipa boa parte dos modelos VM e a totalidade dos ônibus rodoviários pesados da marca produzidos no País.</p>



<p>No final de 2020, mais de um milhão de caminhões Volvo haviam sido vendidos com a caixa. “Temos I-Shift em todo o mundo”, destaca diz Pär Bergstrand. A transmissão é resultado de anos de trabalho da engenharia da Volvo, do feedback de clientes para o processo de desenvolvimento e dos avanços tecnológicos da marca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Várias gerações</h2>



<p>Foram vários lançamentos. A I-Shift que hoje equipa os caminhões Volvo é a sexta geração. A transmissão atual tem uma inteligência ainda mais sofisticada. A conexão entre a caixa e os módulos da arquitetura eletrônica do caminhão foi fortemente ampliada, para trocas mais rápidas de marchas, diminuição no consumo, melhor comportamento do acelerador, melhor performance em aclives e mais conforto para o motorista. Com 12 marchas a frente e quatro a ré, ela gerencia melhor a relação com o motor, proporcionando um maior aproveitamento da potência, principalmente nos momentos em que o veículo precisa manter a velocidade média para vencer trechos de estrada com subidas. Esta geração proporcionou ainda desempenho otimizado nos motores de 540cv.</p>



<h2 class="wp-block-heading">I-See</h2>



<p>“A nova inteligência entende qual é o momento adequado para despender mais potência e garante um comportamento correto para cada situação”, afirma Valério. Associada ao avançado sistema I-See e aos sensores posicionados na caixa, esta geração entende perfeitamente qual a carga transportada, bem como a topografia a sua frente, otimizando as trocas e garantindo baixo consumo de combustível com maior velocidade média.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Super reduzida</h2>



<p>A I-Shift tem também uma versão com marchas super reduzidas, que garante capacidade de arranque excepcional para cargas pesadas em situações difíceis. Ela possibilita agregar até duas novas marchas reduzidas, podendo o caminhão arrancar e transportar um peso bruto total (PBT) de até 250 toneladas em situações controladas. A I-Shift com marchas super reduzidas permite operar com velocidades muito baixas, a frente ou em ré. Assim, o veículo pode se deslocar a velocidades baixíssimas, de 0,5 a dois quilômetros por hora, uma condição extremamente útil em manobras de precisão, como em canteiros de obras ou tarefas de manutenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produção no Brasil</h2>



<p>O sucesso internacional da caixa I-Shift entre transportadores de todo o mundo levou ao aumento da produção em outros mercados. Em 2011, o Grupo Volvo iniciou a fabricação da transmissão no Brasil. Em 2020, a Volvo atingiu a produção de 100 mil unidades deste componente na fábrica da marca em Curitiba (PR).</p>

Linha extrapesada reforça presença no transporte rodoviário e mostra força comercial poucos meses após o…
Marca chega à maior feira do setor como referência absoluta no segmento e prepara novidades…
Linha elétrica da Volvo Trucks evolui em autonomia, recarga e dirigibilidade, ampliando aplicações no transporte…
Marca aposta em soluções integradas para o campo, com foco em produtividade, redução de custos…
Relatórios da indústria indicam que a transição global para equipamentos de construção com zero emissões…
Com investimentos que superam os 2 bilhões de euros até 2030, a Mercedes-Benz Trucks demonstra…